A Little Sympathy For The Devil
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Alecto Carrow. Pureblood. Seveth year. Slytherin. twin sister to Amycus. has more to show than a sweet face and a fearless smile. Stole many a man's soul and faith. could be your last happy tought. shouldn't be trusted.



#ac
After Midnight || @Aillan Villeneuve

aillanvilleneuve:

Passava da meia noite quando Aillan ainda fiscalizava os corredores do castelo se certificando de que todos já repousavam em suas camas, esperando o outro dia. Os passos ecoavam ao piso de mármore por mais cauteloso que o ravino tentasse ser para manter o silêncio em meio dos corredores, tentando ouvir além dos próprios passos dele. Não demorou muito para que ouvisse, e visse um vulto de um outro aluno desavisado que perambulava pela noite. Ao contrário do que o loiro usualmente fazia, que era altear a voz para alertar que tinha visto o aluno fora da cama. Aillan apenas seguiu a silhueta que andava mais a frente, tomando alguns cuidados. Talvez o estudante mais cedo ou mais tarde fosse dar conta de que ele o seguia, enquanto isso ele fazia o mesmo caminho do vulto, que em um lampejo de luz no corredor revelou que quem andava mais além dele era uma moça. Uma morena ao julgar pelas madeixas lisas que dançavam levemente enquanto esta andava.

Andou mais alguns minutos e via que tomava um rumo pouco conhecido para ele, não era muito comum para o ravino fazer o caminho que dirigia para as Masmorras. O que indicava que provavelmente a estudante voltava para o local de aonde saíra. E que já tinha notado a presença do rapaz em seu encalço. Decidiu que iria se pronunciar, alguns pensamentos cercavam a mente do loiro e talvez a garota tivesse as respostas. – Pardon, mademoiselle. – Disse quebrando o silêncio em usando o sotaque carregado da terra natal. – O que faz fora da cama? – Perguntou óbvio demais, já falando no idioma local.

A ira de Alecto com todos os acontecimentos que envolviam o baile e Dylan Mulciber era algo que a mantinha muito mais séria e fria que o seu normal. Mesmo que relutasse em ignorar o que possivelmente sentir por seu companheiro de casa, a moça parecia mais do que determinada a agir como se realmente não estivesse sequer sofrendo com as circunstâncias desagradáveis em que havia sido posta. O fato era que Mulciber era, em suma, o que os muitos alunos do colégio poderiam chamar de um conquistador nato. Alecto sabia que o outro infelizmente tinha jeito para aquilo e, ainda que não se arrependesse do que havia vivido com o rapaz, a jovem parecia aceitar que Mulciber não demoraria muito para encontrar vários outros rabos de saia para se aproveitar. Ciente desse traço repugnante do rapaz, Alecto soube que, por bem ou por mal, ela teria que arranjar alguém para si mesma naquele castelo e tornar a pôr o próprio orgulho nas alturas, afinal, ainda se sentia traída pelo que Mulciber havia feito.

Era tarde quando a jovem deixou o seu dormitório e começou a perambular gratuitamente pelos corredores vazios de Hogwarts. Sua memória preciosa a trazia boas lembranças sobre um dos monitores da Ravenclaw e a moça creu que poderia encontrar bons arranjos com este pelo tempo que ela julgasse necessário. Contudo, Alecto sempre fora muito lenta e meticulosa em suas seleções para possíveis affairs, apesar da presença inútil de Dylan em sua lista de relações passadas. Pelo mesmo, a moça apenas se restringiu a conseguir um elo que a unisse ao estudante da Casa da Ravenclaw, um início de diálogo para que se tornassem mais próximos ou ela o descartasse de vez.

Ela estava no meio dos corredores quando se deu conta de que estava sendo, felizmente, seguida. Caminhou mais rápido para que a sua fuga soasse legítima e alcançou as escadarias para sua Sala Comunal em pouco tempo. Quando finalmente foi abordada fez uma falsa expressão de surpresa e virou o corpo na direção do, até então, desconhecido. Um som baixo escapou de seus lábios e a moça iluminou o corredor com a varinha que tinha em mãos, vendo finalmente que seu pequeno plano havia dado certo. – Me desculpe… – Afirmou dando um sorriso fraco e caminhando na direção do rapaz. – Eu perdi um brinco mais cedo e pensei que acharia ele se viesse procurar. Era uma joia bem preciosa, não consegui usar um feitiço convocatório. – Explicou-se com mais seriedade e firmeza. Era óbvio que a sua história era falsa, mas Alecto não se importou se o outro acreditaria ou não. Sabia que ele não iria lhe dar uma detenção por aquilo.

lup-moony:

ooc: Vai funcionar assim…

Escolha um fc do sexo oposto do char que reblogar o jogo e responda as perguntas como se fosse um alter ego feminino ou masculino de seu char. Seria legal ao reblogar o jogo dar um nome alternativo pra ele também. Se trata de um jogo só de brinks então obviamente não será levado a sério dentro dos plots do rp. É só um simples “what if”.

Remmie Lupin KK

Antony Carrow KK+1 (não dá pra quebrar a tradição de 6 letras no nome u.u UAHSUHSAh)

(Source: dylan-mulciber)

#ac
I see right through you any hour @Carrow Twins

a-mycus:

Você esteve calada a manhã toda. – Comentou aparentemente despretensioso assim que abandonara a sala de Transfiguração ao lado da irmã gêmea. Os dois caminhavam pelo corredor lotado de setimanistas, que seguiam uma mesma direção. Era a hora do almoço e Amycus estava quase passando mal de fome, afinal, acordara muito cedo e consequentemente tomara café da manhã bem antes dos demais alunos. – E ontem também. – Adicionou, como que provando o próprio ponto de que o silêncio da jovem era realmente preocupante. Não que Alecto fosse a pessoa mais tagarela do mundo (e agradecia por ela não ser), mas com toda certeza havia algo errado. Assim, ignorou a fome que sentia e abraçou a garota pelos ombros, fazendo-a desviar do corredor abarrotado de estudantes e seguir na direção contrária.

Quando os gêmeos enfim chegaram a uma área vazia dos jardins, o rapaz livrou a irmã de seu abraço e sentou-se displicente em um banco de pedra, meneando a cabeça num pedido sutil para que a outra também se sentasse. Então, o sonserino lembrou-se de que o baile ao qual não fizera questão de comparecer havia sido há dois dias e, por coincidência ou não, Alecto vinha agindo de maneira estranha desde o evento. Estivera se mantendo tão alheio às notícias da festa que sequer perguntou à irmã como a noite dela havia sido. Porém, não achou realmente que o baile tivesse algo a ver com o comportamento da sonserina. – O que aconteceu? 

O comentário do irmão sobre seu silêncio extremo não chegou a arrancar de Alecto outra coisa senão uma onomatopeia muito dispersa e sinceramente desanimada. Sempre que a Carrow se sentia incomodada com alguma coisa a jovem costumava ficar muito calada e excepcionalmente sombria, ainda que sempre o fosse em seu cotidiano. Desta forma, a tentativa do rapaz em tirar de Alecto uma palavra ou duas enquanto saiam da aula de Transfiguração não seria lá a coisa mais fácil de ser feita. A jovem estava completamente incumbida de sentimentos ruins e destrutivos para que Amycus conseguisse algo depressa e facilmente.

Contudo, o abraço do gêmeo mais velho pelos ombros de Alecto a trouxeram uma sensação de cansaço tão grande que ela não se preocupou em fazer um esforço para se desvencilhar do outro e partir para sua Sala Comunal ou o Salão Principal. Ela suspirou com pesar e deixou que o irmão a guiasse para longe dos corredores, de forma que chegaram aos jardins vazios em poucos segundos. Ele se sentou em um banco de mármore e o aceno com a cabeça pedindo para que ela também o fizesse foi o necessário para que Alecto se sentisse um pouco idiota por tê-lo seguido até tão longe.

Acomodou-se no acento de pedra e liberou o ar dos pulmões com desânimo. A tentativa de compreensão do mais velho a deixou desconversada e a vontade do outro em ouvi-la a fez se sentir ainda mais infantil. Mesmo que não quisesse falar sobre o ocorrido, Alecto sabia bem que Amycus não a deixaria sair dali antes de dizer algo, no mínimo, convincente. – É sobre o baile, Amycus. – Disse desafetuosa e bem firme. – Não é importante. – Continuou, fitando-o ciente de que ele poderia falar a qualquer hora que ele estava certo por não ir ao evento estudantil. - Pode ir almoçar, sei que está morrendo de fome.

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